quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

COLDFEAR - decadence in the heart of man



Os COLDFEAR são originários de Barcelos e este “Decadence In The Heart Of Man” é o seu segundo lançamento, sucedendo a “What Lies Beneath”, primeiro EP que viu a luz do dia em 2007, dois anos após a formação da banda! A sonoridade desta banda divide-se um pouco entre as influências provenientes das castas thrash/death, que soam bem presentes nos cinco temas que compõem esta edição! A produção em estúdio foi muito bem conseguida e equilibrada, conferindo uma coesão muito positiva a este trabalho, a que obviamente não será também alheio o trabalho de composição e execução dos cinco músicos que aqui demonstram o fruto da sua inspiração! Existe aqui peso em quantidade suficiente para agradar a todos quantos se alimentem de adrenalina, mas aqueles que apreciam uma boa dose de melodia também não foram esquecidos e o resultado final pode ser descrito como as quantidades certas de dias de tempestade e tardes de primavera! Não querendo menosprezar a descrição a um exercício redutor de comparação com outros nomes já firmados no panorama musical de peso, posso no entanto arriscar que os apreciadores de Dew-Scented ou Centinex não vão desdenhar uma audição atenta a este EP! Em temas como “Creators Of Blinded Evolution”, “Pull The Trigger” ou “The Failure”, os COLDFEAR vão jogando com as descargas directas de energia e velocidade ao mesmo tempo que abrandam o passo e dão destaque aos elementos mais melódicos da sua música, entrelaçando as mensagens de reflexão presentes nas letras que abordam não apenas a condição humana como um todo, mas também a luta pessoal no sentido da compreensão do mundo em redor! Pode-se afirmar que este trabalho antevê um futuro promissor para esta banda, lançando também uma sólida base para uma eventual aventura em formato longa-duração, algo que espero possa vir a acontecer daqui a não muito tempo!


COLDFEAR: Creators of Blinded Evolution (ao vivo @ Panoias)

www.myspace.com/coldfearband

LOS FASTIDIOS - all'arrembaggio



Aqui temos um grupo italiano de veteranos das ruas, que é quase o mesmo que estar a falar de uma banda de street-punk, cuja história começou meados de 1991 e cujo mais recente disco é este “All´ Arrembaggio”, o seu décimo sétimo lançamento na contagem (inclui-se aqui um best of, um disco ao vivo e um DVD)! Aqui canta-se ora em italiano ora em inglês e canta-se acerca de coisas que nos são comuns a todos, cenas do quotidiano, mas também existe aqui uma costela mais interventiva ou não fossem os LOS FASTIDIOS defensores da igualdade, socialistas nas convicções e agentes activos contra a discriminação! Mas música aqui não conhece quaisquer cores políticas e tanto pode envergar a bandeira do punk-rock suave e cantarolado de “Football Is Coming”, seguindo imediatamente os caminhos da influência ska em “La Nostra Internazionale” e, reduzindo a sua intensidade mas aumentando o seu balanço, adoptar a voz do reggae em “Reggae Rebels”! Contudo, a base da sonoridade está enraízada no punk e para fazer justiça a essa bagagem também rodam por ali “Non è Questione di Stille”, “You Got Your Soul” ou “Reds In The Blue”, esta última novamente a focar o tema do futebol, aparentemente bastante popular entre estes italianos! Para terminar a rodela em ambiente de festa, gravaram “Bottiglie e Battaglie”, um tema animado que resume o espírito presente na música e na atitude desta banda! Não sendo uma colecção de hinos revolucionários, este “All´ Arrembaggio” deixa-se ouvir confortavelmente e sem dar grande luta, até porque não penso ser essa a idéia geral do disco, estando mais próximo de mais uma etapa cumprida na já longa caminhada que LOS FASTIDIOS têm vindo a fazer ao longo dos seus quase vinte anos de carreira!

http://www.losfastidios.com/
www.myspace.com/losfastidios

PESTILENTIAL SHADOWS - in memoriam ill omen



Esta banda australiana tem neste “In Memoriam - Ill Omen” o seu terceiro registo de originais em formato de longa duração, sucessor do anterior “Cursed”! Apesar de serem originários da ilha-continente, a sua sonoridade é bastante próxima do black-metal nórdico, com grandes influências do contigente norueguês mais tradicional! Ambientes negros servidos numa produção que não prima pela clareza dos instrumentos, no que diz respeito à dimensão e maior peso que poderiam alcançar, querendo talvez isto dizer que a escolha por este tipo de gravação estará relacionada com a tentativa de manter o som da banda o mais tradicional e old-school possível, fiel a muitos dos primeiros lançamentos que surgiram em inícios dos anos noventa para os lados da Noruega, apesar da banda declarar as suas raízes musicais em projectos mais orientados para o ramo death-metal da árvore genealógica da música pesada, algo que não invalida nem desfaz a colagem ao som nórdico!
Os temas vão diversificando a sua estrutura e velocidade, variando entre os ritmos mais acelerados e os momentos mais atmosféricos e compassados, com um estilo vocal semelhante a centenas de outras bandas que vão povoando o meio black-metal hoje em dia, ou seja, neste campo não quiseram mesmo fugir ao standard utilizado habitualmente! De qualquer das formas, a voz acaba por soar bem encaixada nos oito temas que são apresentados neste disco, mesmo não oferecendo momentos destacáveis que acabem por ficar na memória! De facto, não existem aqui grandes pérolas que fiquem para a história, talvez com a excepção do tema “For Man and Heaven’s Ruin”, que possui uma cadência mais compacta no que diz respeito aos seus riffs principais e ao ritmo imposto pela bateria de Sorrow! Parece ter existido aqui uma maior fluidez no momento da composição, o que acabou por tornar este o tema mais equilibrado de todo o disco! Um disco que não será uma obra-prima do black-metal, mas certamente pode agradar aos apreciadores mais curiosos do género!

www.myspace.com/pestilentialshadows

KONAD - terror tv



Este é o mais recente lançamento dos ribatejanos KONAD, depois de em 2007 terem gravado uma demo e um primeiro EP (Mundo de Merda)! Esta é uma banda que nasceu em 1996 como um projecto paralelo de uma outra banda chamada ENCANCRATE (que saudades desses tempos), mas que hoje em dia circula no meio como uma banda sólida e bastante fiel às suas intenções! Neste EP são-nos oferecidos 5 temas ao bom velho estilo de KONAD, ou seja, muita atitude punk à mistura com aproximações ao metal, o que acaba por traduzir da melhor forma as influências dos membros da banda! Todos os temas são cantados em português pela voz energética de Kampino, que também acumula as funções de baterista, o que não retira nem uma grama à dinâmica que a banda transporta quer para o registo audio quer para as suas apresentações ao vivo! Quem tenha dúvidas que se apresente num qualquer concerto destes cavalheiros e certamente terão a oportunidade de ouvir temas como “Mundo Incerto”, “Ser Livre”, “Ké Keu Faço” ou a contagiante “Detalhes” a serem debitados por Karmo, Kampino e Frazão! Mas enquanto isso não acontecer, ensopem os ouvidos com este EP, favorecido também por uma boa produção o que apenas vem ajudar ainda mais a consolidação dos KONAD como uma banda de excelente valor, merecendo todo o nosso apoio e respeito! Podem consultar o myspace da banda para saber como conseguir fazer com este excelente EP vos chegue às mãos!


KONAD: Kem Paga a Cirrose (ao vivo @ CityBar, Vila Franca de Xira)

www.myspace.com/konadmoska
konad2007@gmail.com

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

PROPAGANDHI - Supporting Caste



Muitas bandas canadianas passam aqui pelas colunas do meu covil e os PROPAGANDHI também fazem parte dessa mancha geográfica! Estão dentro de um grupo de bandas que começou a ter maior notoriedade no período pós-grunge, quando o punk voltou a despertar graças a algumas bandas oriundas dos Estados Unidos, com a pequena diferença destes canadianos serem muito mais activos politicamente do que os restantes membros dessa safra! Esse facto volta a ser confirmado com este “Supporting Caste”, para além da confirmação de uma maior maturidade musical que tem vindo a ser cimentada desde 2001 com “Today's Empires, Tomorrow's Ashes”, que representou um ligeiro passo à frente em relação aos dois discos anteriores! Por essa altura começou a surgir um leque de influências que os aproximava mais das correntes hardcore, mas com muitos detalhes próprios das bandas de metal! Para esse facto contribui o facto dos seus temas serem bastante mais técnicos que os que habitualmente ouvimos em albuns de outros colectivos semelhantes, situação que encontramos ao longo deste disco de 2009! Para além da inclusão de variados solos, a própria construção de ritmos de guitarra funde diversos dos elementos mencionados anteriormente, com a particularidade de utilizarem notas menos habituais numa banda que é suposto ser directa e to-the-point! Aqui, em temas como “Last Will & Testament”, “Night Letters”, “Dear Coach’s Corner”, “Incalcuable Effects” ou “This Is Your Life”, encontramos todas as influências reunidas, variando em velocidade e agressividade, mas quase sempre mantendo a qualidade ao mesmo nível, mesmo nos temas mais curtos! Em termos de conteúdo lírico, podemos contar com as inclinações políticas de uma banda assumidamente de esquerda com diversas preocupações ambientais e humanistas, que aborda todos estes assuntos nas suas letras, mas nunca assume o papel de pregadora ou fiel de moralidade!


PROPAGANDHI: supporting caste (Live @ Metro Theatre, Australia)

http://propagandhi.com/
www.myspace.com/propagandhi

MYSTICAL FULLMOON - Scoring a Liminal Phase – Ten strategies for postmodern mysticism



Não é nada fácil escrever acerca deste “Scoring a Liminal Phase”, dos italianos MYSTICAL FULLMOON, uma obra conceptual que se foca no misticismo postmoderno! Um trabalho que demorou cerca de seis anos a ser escrito e gravado e que resultou num conjunto de dez temas que mais que se limitar ao espectro black-metal habitual, atravessa outras influências diversificadas que vão desde a forte presença de elementos industriais, até ao rock progressivo e mesmo à música escrita para filmes! Uma das peças que mais salta aos ouvidos é “Daleth Journey (Visio In Yule)”, onde as teclas criam um ambiente soturno para servir de berço a um trabalho de piano e saxofone, no limiar do free jazz, de que se alimenta uma voz que vem das profundezas! Não é o que habitualemnte se espera encontrar numa banda black-metal, mas os adeptos da escuridão também encontram aqui os elementos tradicionais do género, bem como algumas presenças ilustres em termos de convidados vocais, na pele de Aphazel (Ancient) e Wildness Perversion (Mortuary Drape), que participam em três dos temas aqui presentes! Mas voltando à questão da mistura de influências que torna este disco interessante, deve ser feito algum destaque a temas como “Per Speculum In Aenigmate”, “Prometheus Unbound” ou “May Wisdom Bless My Path”, verdadeiros exercícios de composição e que desafiam o ouvido mais crítico, misturando de forma criativa a agressividade e a experimentação com outros ambientes longe do esperado inicialmente! O trabalho gráfico para este disco também não foi descurado e ficou a cargo do talento de Ministry of the Sign, que já efectuou trabalhos anteriores para colectivos como Deathstars ou Ancient! Em todos os campos possíveis, os MYSTICALL FULLMOON não quiseram deixar as coisas por metade e o fruto desse trabalho e dedicação apresenta-se neste album, um destaque no campo do black-metal mais progressivo!

www.myspace.com/mysticalfullmoon

ponham os olhos aqui: MYSTICAL FULLMOON (itália)



A origem destes milaneses remonta ao ano de 1994, altura em que ainda davam pelo nome Morbid Entity e tentavam praticar uma abordagem pessoal ao género death/black metal! Após algumas alterações de formação, uma situação que quase se tornou uma constante ao longo dos anos, surge a primeira demo, “Through Somber Passages”, no início do ano de 1997 e já com o nome MYSTICAL FULLMOON! As boas críticas conseguidas com esta edição levaram-nos à Alkaid Records (entretanto extinta) e a um EP chamado “Beyond Somber Passages”! Posteriormente, após mais tempos de instabilidade no line-up, surgiram ainda uma gravação apenas com 2 temas, com o objectivo de promover a nova sonoridade da banda, e um disco ao vivo um pouco obscuro intitulado “Live in Lu”, editado pelo próprio selo de um dos elementos da banda! Mais recentemente foi lançado um novo disco com o nome “Scoring a Liminal Phase – Ten strategies for postmodern mysticism”!

Apesar de não terem abandonado a vertente black-metal com que deram início à carreira, os italianos avançaram destemidos para a fusão desse género com outras vertentes que, por norma, não são habituais ver associadas desta forma! Assim sendo, se é verdade que muitos dos elementos característicos estão presentes, seja na forma da construção rítmica de guitarras ou nos vocais muitas vezes rasgados ou mesmo em alguns ambientes mais negros, proporcionados pelo trabalho dos teclados, a música que os MYSTICAL FULLMOON praticam hoje em dia está muito para lá das limitadas convenções impostas pelos defensores do black-metal mais tradicionalista! Vários elementos de outros géneros musicais surgem aqui e ali, como rock progressivo, industrial ou mesmo jazz, tornando o trabalho deste colectivo italiano alvo de críticas positivas, dada a sua originalidade ou mesmo, segundo alguns críticos mais entusiastas, a sua genialidade! A própria banda fala em música contaminada por outros sons que derivam de bandas sonoras de filmes, noise rock, música clássica ou doom-metal!

Para além da fusão de todos estes estilos musicais, que os enquadra num espectro musical muito mais progressivo que tradicional, a própria imagem da banda também foi muito cuidada e também ela se afasta dos habituais cenários próprios do black-metal, tendo sido abandonado a corpse-paint (que ainda chegaram a utilizar mais no início da carreira) e demais artefactos estilizados e abraçando um visual mais futurista, quase marcial, mas onde se cruzam também alguns elementos da sua tradição histórica, ainda que estes sejam menos transparentes!

Todas estas variáveis acabam por oferecer a esta banda italiana a oportunidade de surgir destacada e afastada de muitas outras bandas, cuja opção pela segurança e conforto de não correr riscos num género conhecido pela sua reduzida tolerância à própria actualização, acaba por enviá-las para o campo de jogos onde brincam as restantes formações fechadas a novas ideias e a novas sonoridades, continuamente reciclando o mesmo conteúdo e apresentando-o com o grande entusiasmo de quem o mostra pela primeira vez, como se fosse novidade!


MYSTICALL FULLMOON - Per Speculum In Aenigmate

www.myspace.com/mysticalfullmoon

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

ponham os olhos aqui: BANANE METALIK (frança)



A primeira encarnação desta banda francesa durou entre o ano de 1992, altura em que primeiramente começaram a reparar neles através do lançamento “Sanglantes confessions”, até 1995, altura em que se separaram, apesar de no ano anterior terem conseguido editar o seu album de estreia intitulado “Requiem de la Dépravation”! Haveria de decorrer uma década até que abandonassem a reforma e voltassem a colocar a banda de novo no activo, depois de terem recebido inúmeras propostas para que a reunião acontecesse e os palcos pudessem voltar a receber o espectáculo apresentado pelos BANANE METALIK!

Com o sucesso da reunião, decidiram voltar a estúdio e gravaram o seu segundo disco em 2005, a que chamaram “Sex, blood and gore'n'roll”, que descreve bem o universo a que se dedicam estes loucos franceses! Adoptando personagens como Bananium, Rico, Ced666, Punkybones ou BorisXxX, a música e o palco desta banda são preenchidos com o colorido resultado que surge após se misturarem elementos de rock-n-roll, punk-rock, psychobilly, metal, filmes de horror e muito, muito sangue! Nas apresentações ao vivo recebem ainda a companhia da dançarina Sushie Go-Gore e de Mister Ron, o executor! Este conjunto de personagens improváveis tem-se deslocado em inúmeras digressões, tendo tido já a oportunidade de tocar um pouco por toda a Europa e efectuado algumas visitas ao Japão, Estados Unidos e América do Sul!

Durante o ano de 2008 editaram aquele que é, até ao momento, o seu trabalho mais recente e que tem o título de dupla interpretação, “Nice to meat you”, que lhes proporcionou mais uma extensa lista de datas um pouco por todo o lado do globo, convidados a apresentar o seu som recheado de ambiente cinematográfico a rondar as décadas de 50 e 60, com os seus filmes de terror e ficção científica de baixo orçamento, mas de elevado valor no que a objectos de culto diz respeito! Os próprios concertos têm a fama de serem quase como representações desses mesmos filmes, tendo em conta todos os elementos presentes, desde as maquiagens dos elementos da banda, passando pelos cenários, dançarina e outros figurantes que vão surgindo ao longo de cada actuação! Para fortalecer ainda mais os aspectos relativos à sonoridade e oferecer-lhe mais diversidade, são ainda utilizados alguns instrumentos menos comuns como o violino, orgão, teremin ou o trompete mexicano!


BANANE METALIK - Pussycat

www.myspace.com/bananemetalik
www.bananemetalik.com

ponham os olhos aqui: YIDCORE (austrália)



Se existem conjugações que à partida parecem não fazer qualquer tipo de sentido, juntar a sonoridade punk com a música tradicional judaica deve ser uma delas! Mas foi exactamente isso que estes australianos decidiram fazer, iniciando a sua existência tocando covers de temas tradicionais hebraicos em versão acelerada e apunkalhada, chegando no entanto à conclusão que poderiam muito bem aumentar o seu reportório com temas originais e em meados de 2001 foi editado o seu primeiro album, auto-intitulado “Yidcore”! Desde essa data até ao recente momento em que decidiram dar por terminada a existência da banda (tocaram pela última vez ao vivo no passado dia 17 de Dezembro), a discografia foi aumentada com um album duplo, “Eighth Day Slice/Fiddlin on ya Roof” e mais dois trabalhos, “Rocket to Rechovoth” e “They Tried to Kill Us. They Failed. Let's Eat!”, a que juntaram ainda um DVD gravado durante uma das três digressões efectuadas em Israel, bem como um EP a que chamaram “Hummusexual” e que foi distribuido gratuitamente durante a sua última visita àquele país!

A música dos YIDCORE aparece repleta de referências, não apenas à sua religião (sim, é verdade, australianos judeus, com direito a tranças e tudo! O vocalista chegou mesmo ao posto de director do coro da sinagoga que frequenta), com um sentido de humor bem apurado (segundo um jornalista australiano, são tiradas ao estilo de Mel Brooks), mas também surgem apontamentos a figuras ou momentos culturais icónicos, que podem aparecer sob a forma de letras ou mesmo em termos de composição, fazendo recordar estruturas de espectáculos musicais de que também são apreciadores, a que se mistura o som punk-rock influênciado por nomes como os Ramones, The Vandals, Bad Religion ou NOFX! Também existe por ali algum ska disfarçado e a mais-valia que representa a presença dos instrumentos utilizados na música hebraica! Assim é certo de irmos encontrando violinos e instrumentos de sopro ao longo de diversos temas, trazendo-lhes uma agradável atmosfera da chamada música klezmer, tradicionalmente presente na cultura do judaísmo hasídico!


YIDCORE - They Tried To Kill Us. They Failed. Let's Eat!

www.myspace.com/yidcore
http://www.yidcore.com/