O MOITA METAL FEST celebra a sua décima edição este ano e acontece nos próximos dias 22 e 23 de Março, na Sociedade Filarmónica Estrela Moitense, como já vem sendo hábito! A presente edição contará com as presenças de nomes que vão dos Nuklear Infektion aos Bizarra Locomotiva, mas o melhor mesmo é darem uma olhada no cartaz e alinhamento dos dois dias:
quinta-feira, 7 de março de 2013
quarta-feira, 6 de março de 2013
SAPIENCY: segundo album em Março
Os alemães SAPIENCY editam "Tomorrow", o seu segundo album de originais, no próximo dia 15 de Março! O tema 'Free Within' é o single escolhido para este novo trabalho e podem ver o vídeo em baixo:
sapiency - free within (OFFICIAL VIDEO) - MyVideo
domingo, 24 de fevereiro de 2013
WASTEFALL: gregos preparam regresso
A banda de heavy metal progressivo grega WASTEFALL encontra-se empenhada no seu regresso ao activo, preparando para já o lançamento de um EP intitulado "Meridiem" para a próxima Primavera, enquanto o longa duração de regresso vai tomando forma!
Entretanto, estão também a ser ultimados os detalhes relativos a um novo contrato de gravação, bem como à marcação de algumas datas ao vivo, onde os WASTEFALL poderão apresentar a sua nova formação, que conta agora com o baterista Konstantinos Galimis (Agnosia, ex-Ravencult)!
Para já, podem ouvir o tema 'Recycle The Elite', gravado recentemente:
SCAR FOR LIFE: lançamento comemorativo
Para marcar 5 anos de actividade, os SCAR FOR LIFE disponibilizaram uma compilação gratuita, intitulada "Retrospective", contendo 10 temas e um novo instrumental que dá nome a este lançamento! Esta peça foi escrita e misturada por Alexandre Santos (guitarrista), com as partes de bateria a serem gravadas por Rómulo Herédia, a estrear-se aqui pela banda! Outras colaborações de relevo neste tema passam por pelo guitarrista Neil Fraser (Ten) ou pelo baixista Neil Murray (Whitesnake, Black Sabbath, etc)!
Para fazerem o download desta compilação, passem pelo website dos SCAR FOR LIFE em: wwww.scarforlife.com
Fiquem com a capa e o alinhamento de "Retrospective":
01. Kill The Past
02. Bleeding Gun
03. My Last Words
04. My Darkest Journey
05. Cold Blood
06. It All Fades Away
07. Never Smile Again
08. Last Crow
09. Metabolic
10. Old Man
11. Retrospective
Para fazerem o download desta compilação, passem pelo website dos SCAR FOR LIFE em: wwww.scarforlife.com
Fiquem com a capa e o alinhamento de "Retrospective":
01. Kill The Past
02. Bleeding Gun
03. My Last Words
04. My Darkest Journey
05. Cold Blood
06. It All Fades Away
07. Never Smile Again
08. Last Crow
09. Metabolic
10. Old Man
11. Retrospective
GATEKEEPER: "Prophecy and Judgement" chega em Março
Os canadianos GATEKEEPER lançam "Prophecy and Judgement", no próximo mês de Março, quatro temas de epic heavy metal, repartidos por 31 minutos e disponíveis através da label portuguesa A Forja!
Conheçam o trabalho da banda canadiana e façam as vossas encomendas aqui!
Conheçam o trabalho da banda canadiana e façam as vossas encomendas aqui!
OPRICH: teaser para "Birdless Heavens"
Os russos OPRICH lançaram recentemente o seu segundo trabalho de longa duração, intitulado "Birdless Heavens", onde prevalece o folk metal pagão de linhagem russa!
A label Casus Belli Musica está por trás desta edição e podem escutar um pouco de todos os temas deste trabalho no player em baixo:
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
EDGE OF ATTACK: lançam disco de estreia
Vindos de Alberta (Canadá), os EDGE OF ATTACK acabam de lançar o seu album de estreia auto-intitulado, através da editora Spread The Metal Records! Este lançamento tem obtido boas reviews por parte da imprensa e o seu híbrido entre o power e o thrash metal certamente encontrará muitos seguidores entre os fans de música pesada!
O disco foi produzido pelo guitarrista/vocalista Jurekk Whipple e conta com as participações especiais de Ivan Gianinni, Ryan Boivard (Hallows Die) e Pelleck (Damnation Angels)!
A vocalista Roxanne Gordey partilhou estas palavras acerca deste lançamento:
“Depois de termos esperado tanto tempo por este album, não podíamos estar mais satisfeitos com o resultado! A nossa única esperança é que toda a gente o possa ouvir e sentir a nossa dedicação a esta música! Mais do que tudo, estamos gratos por quem arriscou o pescoço para que chegássemos até aqui! Este album é o nosso primeiro grande marco!”
'In Hell' é o segundo tema a ter direito a video e podem vê-lo em baixo! O primeiro video a ser divulgado ilustrou o tema 'Forever' e podem vê-lo aqui
STEAK NUMBER EIGHT assinam pela Indie Recordings
Os STEAK NUMBER EIGHT assinaram recentemente com a label Indie Recordings, abrindo desta forma caminho para o lançamento do seu segundo album, “The Hutch”! Esta banda começou a surgir em meados de 2008 e não demorou muito a lançar o seu primeiro album, “All Is Chaos”! Entretanto, diversos concertos e passagens por vários festivais depois, surgem os 11 temas que agora farão parte do novo trabalho a ser editado entre Março e Abril!
Em baixo, podem ouvir um primeiro avanço do novo disco! O tema chama-se ‘Black Eyed’:
IN VAIN: mostram temas do novo disco
Os IN VAIN têm um disco novo a sair durante Março e para, aguçar os ouvidos de toda a gente, divulgaram esse teaser que podem ouvir em baixo, com excertos de todos os temas presentes em “Ænigma”:
Morde Essa Bolacha Zine # 3
Nova edição em papel da fanzine Morde Essa Bolacha! Inaugura-se esta fase com um pequeno número de 24 páginas em formato A5, com entrevistas com as bandas portuguesas SUBDARK e KONAD, algumas reviews a sonoros, películas e leituras, bem como artigos e considerações diversas acerca do papel das avózinhas no contrabando de Heavy Metal alemão, o clássico dos Riot “Thundersteel” e coisas que acontecem a pessoas muthafuckas!!
Para receberem gratuitamente uma cópia em casa, através do correio, enviem um email para mordessabolacha@gmail.com com a mensagem: “enviem um exemplar desse almanaque para o meu doce lar” juntamente com o vosso endereço postal e nós tratamos do resto! Em alternativa, peçam-na num concerto onde encontrem o gajo da barba (este indivíduo)! Esta segunda alternativa custa-vos uma cerveja!
Para receberem gratuitamente uma cópia em casa, através do correio, enviem um email para mordessabolacha@gmail.com com a mensagem: “enviem um exemplar desse almanaque para o meu doce lar” juntamente com o vosso endereço postal e nós tratamos do resto! Em alternativa, peçam-na num concerto onde encontrem o gajo da barba (este indivíduo)! Esta segunda alternativa custa-vos uma cerveja!
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
RORCAL: stream disponível para novo disco "Világvége"
"Világvége", o novo disco da banda suíça RORCAL está disponível para audição no site da Infektion Magazine! Este novo album, a oscilar entre o doom e o black metal, sai oficialmente no dia 28 de Fevereiro e terá edições em vinil e cassete através das editoras Calofror Records, Sick Man Getting Sick Records, Lost Pilgrims Records e Wolves And Vibrancy Records e podem adquiri-lo, directamente, na página oficial da banda: www.rorcal.com
FEN - a long line final (video)
A onda progressiva dos FEN (os Canadianos, não confundir com estes ingleses) fez nascer mais um video, desta feita para o tema 'A Long Line Final'! mais um tema a sair do disco lançado em 2012, "Of Losing Interest", que podem ver no player em baixo:
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
AGE OF WOE: estreia chega em Maio
Os suecos AGE OF WOE lançam o seu album de estreia intitulado “Inhumanform” no final do mês de Maio! Este disco terá distribuição numa versão em vinil branco a cargo da Suicide Records e uma versão em CD pelas mãos da Give Praise Records! A produção esteve entregue a Carlos Sepulveda (Psycore, No Hawaii) e Lennart Östlund (Led Zeppelin, Candlemass)!
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
cemitério de prazeres: RIOT - thundersteel (1988)
Sabem daquelas recordações que, de vez em quando, resgatamos do nosso sotão de memórias e em que nos emocionamos de uma forma indescritível?! Daquelas que nos provocam um arrepio na espinha e em que sentimos vida nova a correr dentro de nós? Eu tenho muitas dessas e resgato-as frequentemente. Não sei se isso é ser nostálgico, se é saudade, não sei... Talvez o possa simplesmente descrever como o momento em que fomos felizes, na sua forma mais pura, simples e inocente ou como pequenos recortes da nossa existência que nos dão o oxigénio - essencial - para a batalha diária que são as nossas banais rotinas, monótonas vidas.
Em 1988 o mundo viu nascer mais uma obra perfeita, obra esta que se poderá comparar com uma Mona Lisa, uma Torre Eiffel, um Guggenheim ou até mesmo uma ida à Lua. A escultura musical, feita de ferro intemporal, daquele que não corrói com o tempo e adversidade, chama-se "Thundersteel" e os seus autores, os norte-americanos RIOT.
Eu ouvi o tema-título "Thundersteel" pela primeira vez no saudoso Rock Em Stock, emitido na Rádio Comercial de segunda a sexta-feira e apresentado pelo Luís Filipe Barros. Entre outros temas marcantes de várias bandas, não sei porquê, mas este destacou-se de uma forma especial. Era diferente? Era algo que imaginava ouvir um dia e esse dia tinha chegado? A verdade é que casei-me imediatamente com aquela música e desejava ardentemente amantizar-me com as restantes oito o mais rápido possível. Acho que na altura acabei por ouvir mais um tema (penso que tenha sido o "Sign Of The Crimson Storm") através da rádio, obviamente.
Durante muito tempo vi-me privado de conhecer os restantes temas (todos espectaculares, imaginava eu) e enquanto essa proibição não se desfez - através de tape-trading efectuado com o Tó "Coroner" de Leiria, um bacano que gravava álbuns em cassetes de crómio por um preço razoável face aos preços dos discos, completamente proibitivos e ao alcance de poucos - contentava-me em espreitar as montras dos (igualmente saudosos) centros comerciais dos anos 80 com as suas linhas pragmáticas e paredes brancas e onde a lojinha de música era quase sempre lá ao fundo. E lá ao fundo estava ele, imponente, inalcançável. Aquela capa fazia-me sonhar, literalmente. Poderá não ser nada do outro mundo (para muitos até um pouco tosca) mas aquele desenho e as suas cores eram agradavelmente sufocantes na minha cabeça e só sonhava em poder abraçar aquele disco um dia...
O ajuste de contas foi feito, por circunstâncias várias, longos anos depois. Eu tenho poucos discos, cassetes e CD's, não sou coleccionador de itens físicos. Acho que sempre preferi ouvir e arrumar tudo na minha memória, no meu armazém pessoal de antiguidades. Passaram-se cerca de 20 anos até ao dia em que comprei o "Thundersteel". FINALMENTE!! À semelhança de outros poucos casos de extrema e inexplicável loucura, vulgo MAGIA, caro amigo Mark Reale, esteja onde estiveres, tenho a dizer-te o seguinte: “Tardou mas não falhou!!”
Rui Vieira (Machinergy - voz/guitarra)
entrevista: SUBDARK
Os SUBDARK podem muito bem ser um dos grandes "segredos" escondidos do undertuga! Depois do EP "Noir Coating", os portuenses voltaram à carga em 2012 com o álbum de estreia "Infinite Walls"! Enviámos algumas perguntas para os Subdark que nos responderam prontamente e de forma bem elucidativa!
MEB: Como vão os Subdark e as coisas por aí no Porto?
SD: Vão muito bem, acabamos de ter um concerto na Torre de Moncorvo e foi mais uma experiência bastante enriquecedora.
Continuamos a promover o nosso álbum Infinite Walls e à procura de mais concertos.
MEB: Para quem não vos conhece, façam um breve resumo da vossa história, como surgiram, etc.
SD: A banda formou-se em 2005 com o propósito de gravar um álbum de originais. O objectivo seria o de criar algo musicalmente excitante sem que para isso tivéssemos uma ideia concebida de antemão do que nos iríamos tornar. Tomámos o nosso tempo a desenvolver a nossa sonoridade e a enriquecer musicalmente. Foi então que em 2009 gravamos o EP "Noir Coating" como uma primeira abordagem a um registo gravado. Foi incrivelmente bem recebido, e isso deu-nos motivação para prosseguir em frente e gravar o álbum "Infinite Walls" em 2011 no qual a nossa atenção agora se deposita. Definiríamos o nosso som como uma mistura de imensas influências muito díspares que surgem em pequenas doses. No entanto, os momentos centrais das nossas composições recaem sobretudo no death em que jogamos com alguma progressividade com o jogo entre intensidades e velocidades.
MEB: O EP "Noir Coating" recebeu boas críticas na generalidade e foi um bom cartão de visita. Temos ali três músicas com um sabor diferente do habitual por cá. Como correu essa divulgação e, já agora, a vossa opinião acerca do EP?
SD: Foi muito desafiante na altura gravar o "Noir Coating". Já conhecíamos o Paulo Lopes dos estúdios Soundvision, e gravámos o EP com muita seriedade. Escolhemos 3 músicas muito distintas, diante de muitas que tínhamos preparadas, para podermos expor de maneira muito resumida o nosso som. A opinião que temos do EP é a de um esforço colectivo extremamente bom. Felizmente a nível de críticas, tal ideia confirmou-se. Foi sem dúvida um reconhecimento do nosso trabalho que nos deixou muito empolgados e com vontade de seguir em frente. Notamos que o EP deixou alguma curiosidade no ar e que fez com que as pessoas se mantivessem atentas aos nossos movimentos e de certa forma antevissem e procurassem activamente o lançamento do "Infinite Walls".
MEB: O álbum de estreia "Infinite Walls" mostra uma banda madura, fiel a si própria e de espírito independente. Quais as vossas expectativas pessoais quando iniciaram a composição deste registo?
SD: Este álbum marca o cumprimento do primeiro objectivo e obviamente que depositamos as nossas mais altas expectativas neste álbum. É afinal o culminar do nosso já relativamente longo período de existência. Durante a composição dos temas, tal contudo não nos passou pela cabeça. Passamos por um período de grande inspiração e grande parte deste trabalho ficou pronta muito rapidamente. As músicas fluem de forma muito natural e nós simplesmente deixámo-nos levar.
Chega até a parecer que alguns dos temas ganharam vida própria e se compuseram sozinhos. Exemplo disso é a parte do solo da música "Sowing the Lunacy" que dura 4 minutos e foi gravado exactamente da forma que saiu à primeira vez que alguma vez a tocamos. Isso são pequenos detalhes que nos fazem sentir que a musicalidade do trabalho é muito profunda e que terá o potencial de chegar a muitas pessoas, mesmo tendo em conta que o género não é necessariamente "fácil".
MEB: As letras são intrincadas, parecem-me peças de um puzzle em que o ouvinte/leitor terá de se esforçar para descortinar a mensagem. Querem levantar um pouco o véu sobre o conteúdo lírico de alguns temas?
SD: Os temas recaem sobretudo acerca do conceito do álbum. Interpretá-los não será fácil, pois também não existe uma interpretação única dos mesmos. As temáticas centrais recaem nomeadamente sobre o espaço, a sua infinidade, a mente, a sua complexidade e o seu potencial. Quando pensamos por exemplo na infinidade do espaço, podemos falar que nos invade um sentimento de fragilidade, de quase insignificância. Contudo o modo como cada pessoa sente e absorve esse estado de espírito é-lhe pessoal e é dificilmente expressável por palavras. Desse mesmo modo, as letras serão interpretadas pela forma como cada pessoa as sente. As letras deste álbum são fragmentos de algo muito maior. Para descobrir isso cada um terá que ligar esses fragmentos da forma que achar correcta. Mesmo dentro da banda, cada um sente as letras de uma forma muito diferente. As letras de "Infinite Walls" são como que uma pintura abstracta em que cada um irá ver aquilo que quer ver.
MEB: Não sendo um álbum fácil às primeiras audições, como achas que será a reacção das pessoas?
SD: De facto o álbum necessita de uma certa atenção aquando da sua escuta. Trata-se de um trabalho com muitas subtilezas que não fazem sentido a um ouvido mais distraído. No entanto, achamos que essas tais subtilezas, quando compreendidas, dão uma dimensão muito superior à intensidade das músicas. Sabemos que há ouvintes que procuram músicas orelhudas que chamem directamente à atenção. No entanto, esse tipo de música entra-nos na cabeça com a mesma facilidade com a qual irá eventualmente sair. Aqui sabemos que vai ser mais difícil atrair ouvintes mas que os que derem uma merecida oportunidade ao álbum irão tirar uma satisfação maior e mais duradoura e sentirão uma maior intensidade ao longo do álbum.
MEB: Vocês vão dando um passo de cada vez, seguramente e sem pressas, não tendo urgência de reconhecimento rápido e fácil. Acham que essa é a melhor arma de um artista, ou seja, o facto de não criar muitas expectativas com o impacto que a sua obra possa ter sendo totalmente livres no acto da criação?
SD: A melhor arma de um artista é criar música que goste. É isso que fazemos e sentimos que desta forma ninguém nos pode acusar de nada. Adoramos o que tocamos. Tocamos com paixão à música e nisso somos intocáveis!
MEB: Existem bastantes bandas no Porto e arredores, ensaiam muitas bandas no mesmo local onde vocês também ensaiam (Centro Comercial Stop). Como é o ambiente entre-bandas e como co-habitam? Há união em iniciativas, inter-ajuda, etc?
SD: O Stop é um mundo em termos musicais. Há muita cooperação naquele espaço. A irmandade que se vive está por exemplo num concerto no Stop para angariar fundos para uma sala cujo material ardeu durante um incêndio. São situações que nos fazem ver o poder da música na sua capacidade de aproximar as pessoas.
MEB: Como se vêm numa formação a 3? Torna-se mais fácil o processo de composição, comunicação entre elementos ou não é por aí?
SD: Não sabemos ao certo porque não temos experiências de ter bandas com mais elementos. No entanto, todos nós já tivemos outros projectos e não sentíamos a ligação que se sente nesta banda. A comunicação transcende as palavras. Quando improvisamos algo ou compomos algo novo existe uma aura que nos encaminha a todos numa mesma direcção. Sentimos isso uns nos outros. Sabemos perfeitamente o lugar de cada um na banda e daí vem uma coesão que nos caracteriza.
MEB: Últimas palavras e mensagem para o pessoal. Obrigado!
SD: Agradecemos a entrevista, desejando a melhor das sortes para o vosso jornalismo. Gostaríamos de relembrar que o nosso EP está disponível para download gratuito no nosso facebook - www.facebook.com/subdarkpt . Na página também poderão saber como encomendar o álbum "Infinite Walls" e ver também o merchandise disponível para venda. Ao adquirir o nosso trabalho estão-nos a ajudar directamente. Cheers!!
(entrevista elaborada por: Rui Vieira)
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
FINNTROLL: tema título de novo disco já roda
'Blodsvept', o tema que dá nome ao novo album dos finlandeses FINNTROLL já roda no éter da web! O novo disco é lançado em Abril, através da Century Media Records:
SWITCHTENSE: festas em Fevereiro
Switchtense + Angelus Apatrida + Revolution Within + Terror Empire ( 8€ )
16 Fevereiro - Leiria - Beat CLub - 22h30
Switchtense + Angelus Apatrida + Tales for the Unspoken ( 8€ )
17 Fevereiro - Lisboa - Rep. Musica - 15h30
Switchtense + Angelus Apatrida + Primal Attack + Nuklear Infektion (8€ )
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
CHARIOTS OF THE GODS - tides of war (video)
Os canadianos CHARIOTS OF THE GODS lançaram esta semana o seu album de estreia, "Tides Of War" e para marcar esse lançamento, nada como estrear também um video para o tema que dá título ao novo disco e que podem ver em baixo:
Para além deste tema, está também disponível para audição o tema 'Unbound', que conta com a participação de Aleksi Sihvonen, membro dos Norther:
Para saber mais sobre os CHARIOTS OF THE GODS:
www.chariotsofthegods.net
www.facebook.com/chariotsofthegods
@chariotsotgods
http://chariotsofthegods.bandcamp.com/
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
entrevista: KONAD
Quando nos lembramos de Beirute, possivelmente, virá à cabeça de muita gente a palavra... guerra. Se acrescentarmos o prefixo máquina, teremos os KONAD: a actual máquina de guerra de Vila Franca de Xira! "Café Beirute" é o 1º álbum do trio destruidor formado por Kampino, Frazão e David. Por intermédio das novas tecnologias, trocámos umas perguntas com o baterista/vocalista Kampino para ficarmos a saber um pouco mais deste manifesto de combate e se alguém vai sobreviver a todo este poder de fogo!
MEB: Antes de mais, parabéns pelo vosso excelente álbum! Sem dúvida que construiram algo muito cativante e que flui como cerveja! Como decorreu o processo de composição e o que tinham em mente quando iniciaram este novo capítulo?
Kampino: Viva Rui! Obrigado! Ora, o "Café Beirute" levou quase 2 anos a ser concebido até chegar à edição em CD. No início, apenas tínhamos decidido fazer um disco mais bruto e fodido do que tínhamos feito até então. No fundo, quisemos introduzir as nossas referências que advêm do thrash metal na nossa sonoridade mais punk/hardcore. Inicialmente, andámos à procura de uma sonoridade, o que fez com que tivéssemos preparado algumas 40 ideias para músicas. Depois fomos seleccionando os temas que mais se enquadravam com aquilo que pretendíamos.
MEB: E qual a vossa opinião sobre o resultado final de "Café Beirute"?
Kampino: Bom, na minha opinião, acho que ficou um disco muito bom. Conseguimos integrar diversos elementos de forma coerente. Face ao trabalho que tivemos para o concretizar, sinto-me muito satisfeito com o resultado final. Foi uma produção DIY, todas as captações de instrumentos e misturas foram realizadas por nós. Apenas a masterização foi realizada nos Endarker Studios, que ajudou a dar mais ambiente ao disco. Foi um processo longo... Sentimos apenas algumas dificuldades de divulgação pelo facto de não termos então uma rede de contactos muito alargada e não termos nenhuma editora/distribuidora que permitisse um maior suporte de difusão do disco. Ainda assim, penso que conseguimos chegar a muita gente que recebeu bem o disco e isso reflectiu-se nos concertos que fomos dando pelo país.
MEB: "Café Beirute" apresenta muita diversidade, desde a agressividade extrema de "Mákina de Guerra", às passagens de cariz oriental do tema título e terminando na "Vaka Cinzenta", a pérola que encerra o álbum. Vocês juntam um pouco dos vários mundos. Assim é k estão bem?
Kampino: Sem dúvida. Conseguimos ter um som pesado e manter a nossa veia punk/hardcore ao de cima. Assim é que estamos bem. A ideia é seguir uma linha mas tecê-la de várias maneiras. É preciso é sentir que o que fazemos é fluído e nos agrada.
Kampino: Bom, por incrível que possa parecer, a verdade é que o David surgiu com esse título antes de termos composto o que fosse. Serviu de guia de inspiração para a composição. Fez-nos pensar nas tensões ocidente/oriente, no choque de culturas, tolerância/intolerância, guerras e guerrilhas... Alguns temas do álbum derivam destas ideias. Ainda chegámos a falar, mais tarde, num outro título, mas decidimos manter "Café Beirute". Sem dúvida que vivemos tempos conturbados a vários níveis, mas é difícil prever o caminho. A história está recheada de episódios transformadores das sociedades.
MEB: Sinto um cada vez mais carregar no pedal da vossa parte. O que nos pode esperar um novo capítulo de Konad? Ainda mais pesado e extremo? Podemos imaginar uns Konad totalmente thrash ou a costela punk estará sempre presente neste projecto?
Kampino: Penso que, no curto prazo, vamos continuar nesta senda de som mais duro, mas a costela punk estará sempre presente. Bebemos muita coisa do thrash-metal, cujas referências remetem-nos para o início da nossa formação musical, e resolvemos integrá-las. Bebemos muito também do crust, d-beat, hardcore... É difícil ter uma única matriz como referência. Esta mudança na sonoridade foi uma evolução natural, uma forma de alinharmos os nossos gostos musicais individuais e continuarmos satisfeitos enquanto banda. Em suma, actualmente andamos muito ali pelo hardcore/crust/d-beat e assim vamos continuar para já. Estamos, aliás, já a definir as linhas para o próximo disco.
MEB: Como se vêm inseridos no panorama nacional? Acham que podem ser muito punks para metálicos e muito metálicos para punks?
Kampino: Sim! Antes do "Café Beirute", acho que estávamos mais integrados numa corrente mais ligada ao punk. Com a integração de elementos mais pesados e agressivos nas nossas músicas, conseguimos chegar a pessoal mais virado para o metal. Talvez possa acontecer um pouco isso como descreves, às vezes notamos isso, não somos tipicamente uma banda de metal nem tipicamente uma banda de punk rock... Siga!!!!
MEB: Sentem-se mais confortáveis a cantar em português? Faz mais sentido tendo em conta o país e o que pretendem transmitir de uma forma mais directa e certeira?
Kampino: Boa pergunta... Desde a primeira formação dos Konad Moska que temos cantado em português. Pessoalmente, gosto. Consigo exprimir-me melhor em termos linguísticos. Embora reconheça que às vezes até seria mais fácil enquadrar textos em inglês nas músicas. Quando começámos dirigíamo-nos às pessoas que estavam à nossa volta e viviam o nosso mundo, e acho que ainda assim é... Mas creio também que partilhamos ideias e ideais com outras pessoas do mundo. A música é a linguagem. Não interessa a língua que utilizas se conseguires transmitir sentimentos.
MEB: Vocês (Kampino e Frazão) fizeram parte dos míticos Encancrate e já lá vão quase 20 anos. Como vêm a "cena", o meio underground, pessoal, etc? Está tudo na mesma?
Kampino: Bom, igual nunca poderia estar, os tempos são outros. Não sei se há mais ou se há menos bandas, mas creio que posso afirmar com segurança que há mais qualidade. Porra, tens aí várias bandas nacionais a tocar muito bem e a fazer grandes temas em diversos estilos musicais. Talvez aqui a nível local a cena já não respire tão profundamente como nesses tempos, mas mesmo assim têm surgido nestes últimos anos uma nova vaga de bandas muito boas. Ainda vão havendo muitas iniciativas na realização de concertos e festivais, mais ou menos underground, um pouco por todo o país. Embora, creio que ainda falte um circuito mais bem definido e sustentável. Os recursos e apoios também são escassos. Mas a arte e a cultura estão presentes.
MEB: E sobre estas novas formas de comunicar (Facebook's e quejandos), que aspectos positivos e negativos podem mencionar?
Kampino: Olha, em termos de canais de comunicação e divulgação as coisas são positivas. Chegas a mais gente e de forma quase instantânea em qualquer parte do mundo. Tenho conhecido também muita boa banda através da internet, que dificilmente doutra forma chegaria a elas. No entanto, a sobrecarga de informação também dispersa muito a atenção. Poderá haver até uma tendência na banalização dos consumos musicais, não sei... É difícil estar em todas e, mesmo com toda esta panóplia de informação, procuro direccionar os meus consumos musicais para o que mais me interessa, no sentido de pesquisa e conhecimento. Ainda quero conhecer...
MEB: Últimas palavras e mensagem para o pessoal. Obrigado!
Kampino: Eh pá, que continuem a fazer e a ouvir muita música. Como “imaterial” que é, alimenta o espírito... para mim, é um porto de abrigo.
(entrevista elaborada por: Rui Vieira)
(entrevista elaborada por: Rui Vieira)
FORMIS - perfect excuse (review)
FORMIS – perfect excuse
(independente - 2010)
Esta banda polaca surgiu no panorama em 2010, após ambos os seus guitarristas terem abandonado um outro projecto, Iscariota, com quem tinham colaborado até aquela altura! Com algumas composições na bagagem, mas sem um line-up que as pudesse gravar e tocar ao vivo, foi esse o primeiro e grande objectivo a alcançar, depois de se terem decidido a criar os FORMIS!Não é portanto de estranhar que o primeiro registo gravado desta banda tenha surgido apenas alguns meses após o line-up estabelecido!
Este mini-album é composto por sete temas, sendo que um deles, ‘Sapphire’, é uma peça intrumental que demonstra um pouco do virtuosismo do baixista Jacek e que fecha os 24 minutos que perfazem “Perfect Excuse”! Numa onda que mistura momentos thrash com death-metal, intricado, mas que não cai no exagero exibicionista das bandas ultra-técnicas, devendo mais às vertentes progressivas do género, se tivermos em conta as costuras melódicas com se cosem muitas das passagens deste disco!
Uma das surpresas enquanto ouvia “Perfect Excuse” foi o surgir de uma voz feminina, limpa, em contraste com o tom do vocalista Artur Mika, que não raras vezes se assemelha a um Chuck Shuldiner movido a thrash/death! Esta voz feminina não vem aqui participar no habitual jogo da bela e do monstro, mas com a sua presença reforça os aspectos melódicos que os FORMIS tentam traçar!
Em termos técnicos não há nada a apontar. Apesar da inclinação progressiva, a estrutura dos temas mantem-se dentro dos patamares thrash/death, ou seja, não se arrastam em círculos técnicos intermináveis! Chegam, mostram o que valem e partem para dar lugar aos seguintes! Os músicos têm, obviamente, qualidade e a produção não deixou pontas soltas, se tivermos em conta que se trata de um lançamento independente! Resta agora esperar por uma leva de temas recentes e um novo registo a dar continuidade a este trabalho! (Rui Marujo)
NUKLEAR INFEKTION – weapons of massive genocide (review)
NUKLEAR INFEKTION – weapons of massive genocide
(independente - 2012)
Foi daqui que pediram uma dose de thrash-metal temperada à anos oitenta? Bom, mesmo que não tenha sido, foi exactamente isso que os lisboetas NUKLEAR INFEKTION gravaram no seu EP de estreia, “Weapons Of Massive Genocide”!
Lançado em 2012, com edição independente, e assumidamente influenciado pela chancela Slayer, Destruction, Exodus e semelhantes colectivos, estes cinco temas apresentam esta jovem banda ao cenário underground, sempre sedento de ver celebrados, de uma forma ou de outra, os nomes que tornaram grande este género especial! Nesse campo, os NUKLEAR INFEKTION não devem desiludir os adeptos da época dourada thrasher, uma vez que o seu feroz assalto, tema após tema, revela a tendência para os ataques em velocidade e energia!
A produção deste EP não é perfeita, o que talvez possa retirar alguma da dimensão que certos temas podiam atingir em termos de força, no entanto, deixa perceber o seu potencial para as experiências ao vivo, com bons riffs e solos que não se deixam ficar para trás em nada! Seja como for, o que aqui possa escassear em poder de fogo acaba por ser compensado em carisma, dado o ambiente puramente saudosista e underground que rodeia “Weapons Of Massive Genocide”! Boas malhas! (Rui Marujo)
VARIOUS ARTISTS – CVLT Nation Label Series Southern Lord Mixtape (review)
VARIOUS ARTISTS – CVLT Nation Label Series Southern Lord Mixtape
(Cvlt Nation / Southern Lord - 2012)
Tenho um fraquinho por compilações, pronto, já disse! Se forem compilações gratuitas, então, muito melhor! Quem é que pode desdenhar a oportunidade de descobrir novas bandas, novos temas, outras gravações, ligações para mais e melhor música a descobrir mais tarde? Existe também essa coisa mágica de criar uma compilação e passá-la depois a alguém, mas isso são contas de outro rosário...
Quem estiver familiarizado com a Southern Lord Records, saberá mais ou menos o que a casa vai gastar nesta mostra criada para a Cvlt Nation, mas de uma forma mais ou menos sintetisada, podemos fazer aqui menção às óptimas doses de porrada fornecida por Black Breath (death/crust), Martyrdöd (blackened/crust), Enabler (metal/punk), Poison Idea (punk/hardcore), Power Trip (thrash), Black Cobra (doom/sludge), Wolfbrigade (crust/punk), para referir apenas aqueles que rodam com maior frequência aqui no player!
Mas existe também lugar para outro tipo de sonoridades e registos, como é o caso da versão demo para o tema ‘Master Of Fists’ dos High On Fire ou o doom incluído nos doze minutos e meio dos Sleep, com ‘From Beyond’ ao vivo! Outros bandas e temas que podem encontrar nesta mixtape incluem: Xibalba, From Ashes Rise, The Secret, Dead In The Dirt, Pelican, Wild/Tribe ou Burning Love! (Rui Marujo)
VITAMIN X – about to crack (review)
VITAMIN X – about to crack
(Tankcrimes Records - 2012)
Existem pontes e ligações ao passado que vão surgindo com alguma frequência, principalmente quando se trata de ouvir música que desperta algum tipo de sensação agradável aos sentidos, algo que nos transporta a algumas das nossas experiências marcantes, com discos, bandas e/ou períodos de tempo, em que o nosso dia-a-dia era preenchido com horas a fio emersos em tarefas exploratórias ou tentado gerir o frágil equilíbrio entre o prazer e o asco!
“About To Crack”, o mais recente dos holandeses VITAMIN X, revelou-se um óptimo veículo para uma viagem aos meus dias passados à volta de demos e EP’s de bandas de hardcore europeu que me faziam ter vontade de queimar calorias sem ter que sair do refúgio do quarto! Um tempo em que as coisas eram bem mais simples que agora e em que a música se queria rápida, agressiva e excitante, ao mesmo tempo que te fazia pensar em assuntos maiores que a própria dimensão daqueles temas! Assim se apresentam, com estas vestes, os dezoito minutos deste trabalho, quatro anos depois do mundo ter conhecido e louvado “Full Scale Assault” (2008) como um dos melhores lançamentos do género, naquela altura!
Se “About To Crack” se eleva ao mesmo patamar daquele registo de há quatro anos atrás, não será nestas linhas que estará revelada a resposta, mas a verdade é que a mistura explosiva de punk rápido, hardcore melódico e thrash carburado a diesel de avião continua a fazer a delícia de quem não tem problemas em vir beber a esta fonte de boas sensações! (Rui Marujo)
ROAD TO MANILLA – distance EP (review)
(independente - 2012)
Tenho o ouvido e percepção formatados de uma forma que, por exemplo, quando leio uma descrição oferecendo o som de uma determinada banda como sendo hardcore melódico, o meu sistema de arquivo imediatamente carrega uma palete de nomes que facilmente pode ir de Propagandhi a Gorilla Biscuits, nunca me lembrando de actualizar os ficheiros com este tipo de melodia que os ROAD TO MANILLA assinam!
A rudeza destes temas faz esquecer o episódio de associação, uma vez que estamos perante uma banda que, ainda que possa ter uma ou outra inclinação aos canadianos na sua estrutura, se encontra num patamar onde se alia a agressividade sofrida de uma voz a uma base que tanto pode disparar em velocidades mais dinâmicas e aceleradas, como pode compassar a sua entrega com breakdowns suficientemente trabalhados e fugazes, capazes de evitar que estes dinamarqueses sejam manchados com uma associação a um ou outro género menos propício a veleidades criativas de heterogenidade.
“Distance” compreende seis temas que parecem querer interpretar as lutas interiores de quem vestir a pele daquela voz que a dado momento de ‘1984’ vai gritando ‘We carry the weight of the world on our shoulders!!’! Pode soar demasiado definitivo ou inevitável mas, neste mundo, apenas à morte e aos impostos se concedem tamanhos títulos. (Rui Marujo)
I AM THE KID - tell it to the frogs EP (review)
I AM THE KID – tell it to the frogs EP
(independente - 2012)
Lembram-se daquele famoso dizer que ditava o não julgamento de um livro pela sua capa? Basicamente, um convite a dispendermos um pouco do nosso tempo a conhecer as coisas e evitar as conclusões e julgamentos precipitados... Devia ter prestado mais atenção a esse tipo de sageza popular!
Atraído pelo artwork da capa (literalmente) deste EP e pelos espirituosos jogos de palavras com os títulos dos seus temas, saltei de cabeça na música de I AM THE KID, ansioso por ouvir o que se escondia por detrás de peças como ‘Lap Dances With Wolves’, ‘Birth Control Alt Delete’ ou ‘HIV For Vendetta’! Devia ter estado mais atento à profundidade deste charco. Estava relativamente preparado para ouvir algo moderno, que talvez quisesse brincar um pouco ao hardcore ou ao metal moderno, mas assim que comecei a ouvir a sucessão de breakdowns, fiquei apresentado!
Segundo dizem eles, muito tempo e dinheiro foi gasto na gravação deste EP e, seguramente, os seis temas + intro que aqui são apresentados não vão desapontar os fans deste género de som, mas a dificuldade que tenho em separá-los de qualquer outro nome aleatório que habita nesta trincheira de metal e hardcore, principalmente pela ausência de uma memória, não me fará cliente muito habitual de “Tell It To The Frogs”! No entanto, volto a dizer, os nomes dos temas estão bem sacados! (Rui Marujo)
crazy muthafuckas: GWAR tocam cover de Kansas
ESTE MUNDO ESTÁ CHEIO DE CRAZY MUTHAFUCKAS: esta afirmação, para além de dar título a uma das rubricas habituais na versão em papel da fanzine Morde Essa Bolacha, assume-se também como uma verdade quase absoluta! Por estes dois motivos, mas também porque me apetece, passa-se aqui a partilhar alguns desses momentos e episódios crazy muthafuckas que se multiplicam por aí, começando pelos enormes GWAR e a sua magnífica rendição de um clássico dos Kansas, o tema 'Carry On My Wayward Son'!
Descubram as diferenças, vendo os dois vídeos em baixo:
domingo, 27 de janeiro de 2013
SWITCHTENSE: teaser do DVD e cartaz de Fevereiro
Toca a conferir ali em baixo o teaser promocional para o DVD/CD comemorativo dos SWITCHTENSE, "10 Unbreakable Years"! Lembrar também que os concertos de apresentação a este lançamento têm lugar no próximo mês de Fevereiro no Porto (Hard Club), Leiria (Beat Club) e Lisboa (República da Música)! Confiram o cartaz no final:
15 Fevereiro - Porto - Hard Club 21h30
Switchtense + Angelus Apatrida + Revolution Within + Terror Empire ( 8€ )
16 Fevereiro - Leiria - Beat CLub - 22h30
Switchtense + Angelus Apatrida + Tales for the Unspoken ( 8€ )
17 Fevereiro - Lisboa - Rep. Musica - 15h30
Switchtense + Angelus Apatrida + Primal Attack + Nuklear Infektion (8€ )
Switchtense + Angelus Apatrida + Revolution Within + Terror Empire ( 8€ )
16 Fevereiro - Leiria - Beat CLub - 22h30
Switchtense + Angelus Apatrida + Tales for the Unspoken ( 8€ )
17 Fevereiro - Lisboa - Rep. Musica - 15h30
Switchtense + Angelus Apatrida + Primal Attack + Nuklear Infektion (8€ )
SWR BARROSELAS 2013: mais nomes adicionados ao cartaz
Breve nota, apenas para fazer uma actualização, deixando aqui mais alguns nomes confirmados para o próximo SWR BARROSELAS METALFEST:
SECRETS OF THE MOON | Germany | www.secretsofthemoon.org
JIG-AI | Czech Republic | www.facebook.com/jigaigore
URFAUST | Holland | www.facebook.com/urfaustofficial
HEAVENWOOD | Portugal | www.facebook.com/HeavenwoodOfficial
UNFATHOMABLE RUINATION | UK | www.facebook.com/Unfathomable.Ruination.Official
PNEUMA | Costa Rica | http://pneumametal.com
DEAD BEYOND BURIED | UK | www.deadbeyondburied.com
STRONG INTENTION | USA | www.facebook.com/STRONGINTENTION
DEPARTMENT OF CORRECTION | France | www.facebook.com/departmentofcorrection
BLOOD TSUNAMI: primeiro single de "For Faen!"
Salta um tema novo para os BLOOD TSUNAMI, que assinaram recentemente com a editora Indie Recordings e que em Março lançam um novo disco, "For Faen!", o terceiro longa duração da sua carreira!
O primeiro single chama-se 'Metal Fang' e roda aí em baixo:
O primeiro single chama-se 'Metal Fang' e roda aí em baixo:
VIANA DO CASTELO VIBE 2013: agenda de Fevereiro
Com vontade de abraçar alguns eventos independentes de música moderna? Confiram em baixo o programa actualizado de Fevereiro, para algumas apresentações ao vivo levadas a cabo em Viana do Castelo, no âmbito da VIBE, ciclo de iniciativas da responsabilidade do Núcleo de Apoio às Artes Musicais:
SAB 02-FEV | LIZ | 23H | ENTRADA LIVRE
SAB 09-FEV | FREGUEZ | 23H | ENTRADA LIVRE
SAB 02-FEV | LIZ | 23H | ENTRADA LIVRE
TREN GO! SOUND SYSTEM | Portugal | www.reverbnation.com/trengosoundsystem
recinto: Liz | www.facebook.com/lizcaffe
SAB 09-FEV | FREGUEZ | 23H | ENTRADA LIVRE
CAMARADA NIMOY | Espanha | www.camaradanimoy.bandcamp.com
recinto: Freguez | www.facebook.com/freguez
SEX 15-FEV | MAU MARIA | 23H | ENTRADA LIVRE
MIDNIGHT | Portugal
recinto: Mau Maria | www.facebook.com/maumariacom
DOM 17-FEV | FREGUEZ | 19H | ENTRADA LIVRE
VERDUN | França | www.verduntheband.com
MOTHER ABYSS | Portugal | www.facebook.com/motherabyssband
recinto: Freguez | www.facebook.com/freguez
SEX 22-FEV | LIZ | 23H | ENTRADA LIVRE
COELHO RADIOACTIVO | Portugal | www.coelhoradioactivo.bandcamp.com
recinto: Liz | www.facebook.com/lizcaffe
SAB 23-FEV | FREGUEZ | 23H | ENTRADA LIVRE
ERMO | Portugal | www.ermo.bandcamp.com
recinto: Freguez Loja & Café | www.facebook.com/freguez
sábado, 26 de janeiro de 2013
hoje: 26.01.13: DESIRE + A TREE OF SIGNS @ Side B Live Club (Benavente)
26.01.13: DESIRE + A TREE OF SIGNS @ Side B Live Club (Benavente)
A TREE OF SIGNS | http://www.facebook.com/ATreeOfSigns
26 de Janeiro – Side B Live Club (Benavente)
portas: 21h30
início: 22h30
entrada: 5 euros
CURSED SLAUGHTER - metal moshing thrash machine (video)
Não sentem por vezes saudades daqueles tempos em que o Thrash roçava ombros com o Hardcore e que bandas tão porreiras vos faziam ter vontade de andar de calção e boné e ouvir música acelerada enquanto bebiam cerveja e se espalhavam de skate? Para matar essas saudades, fiquem com o vídeo dos brasileiros CURSED SLAUGHTER para o tema ‘Metal Moshing Thrash Machine’:
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