Mostrar mensagens com a etiqueta independente. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta independente. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

FUGAX - bury the hatchet wound (2012)

 
FUGAX - bury the hatchet wound
(independente - 2012)

Proctalgia Fugax: ataques de dor espásmica anal, frequentemente ocorridos durante a noite, que podem durar entre alguns segundos até vários minutos! Por norma, estes episódios ocorrem durante a infância, mas estudos também detectaram o mesmo padrão em idades até aos 45 anos! Durante cada episódio, o paciente sente uma dor espásmica, por vezes intensa, no ânus, dando-lhe a falsa sensação de que algum tipo de actividade defecatória estará prestes a ocorrer!

Estou a providenciar toda esta informação para que não sintam que o vosso tempo tenha sido gasto em vão, uma vez que existe tão pouco a dizer acerca de FUGAX e deste “Bury The Hatchet Wound”: slamming death-metal, lento, com voz saturada e imperceptível, com toda a sensação de que tudo foi gravado durante uma tarde com uma bateria electrónica! ‘Chuncky Bits Of Ass’ e ‘The Trouble With Bees’ são temas com nomes engraçados. Ao que parece, a banda é americana. Acho que é tudo. (Rui Marujo)

ETERNAL VOID – art of our demise (2012)


ETERNAL VOID – art of our demise
(independente - 2012)

Não tenho nada contra as inúmeras bandas praticantes do metal moderno, tantas vezes descrito e apelidado de coisas diferentes mas, não raras vezes, apontado à expressão djent! A minha resistência prende-se apenas com a dificuldade com que esta música atravessa os meus poros e se instala definitivamente na psique!

Veja-se o caso presente dos americanos ETERNAL VOID: afirmar que a sua música não tem qualidade é um erro declarado, dadas as estruturas elaboradas que os seus temas apresentam, mas a verdade é que foi apenas ao terceiro tema que este lançamento conseguiu cativar alguma da minha atenção! Talvez consequência disso, ‘The 99’, a seguir no alinhamento, conseguiu esgueirar-se à primeira, apesar de quase me perder no final, mas a sua presença e influência mais death-metal compensou o estrago!

Serpenteando os destaques a serem feitos neste trabalho lançado em meados de 2012, ressalva-se positivamente ‘Devil’s Cut’, numa dose agressiva plena de poder, com bons riffs pelo meio que merece lugar nas colunas mais que uma vez, enquanto que ‘Rise’ está de tal forma impregnado de lugares comuns djent que, pese embora a capacidade de soar bastante pesada, se torna cansativa de ouvir até ao final!

O tema escolhido para fechar este alinhamento de oito músicas, ‘Serenity’, trouxe-me de volta as linhas vocais limpas naquele tom que nunca apreciei em Fear Factory, mas a culpa disso já não deve ser atribuída aos rapazes desta banda de Ohio! (Rui Marujo)