domingo, 24 de fevereiro de 2013

WASTEFALL: gregos preparam regresso


A banda de heavy metal progressivo grega WASTEFALL encontra-se empenhada no seu regresso ao activo, preparando para já o lançamento de um EP intitulado "Meridiem" para a próxima Primavera, enquanto o longa duração de regresso vai tomando forma!

Entretanto, estão também a ser ultimados os detalhes relativos a um novo contrato de gravação, bem como à marcação de algumas datas ao vivo, onde os WASTEFALL poderão apresentar a sua nova formação, que conta agora com o baterista Konstantinos Galimis (Agnosia, ex-Ravencult)!

Para já, podem ouvir o tema 'Recycle The Elite', gravado recentemente:

SCAR FOR LIFE: lançamento comemorativo

Para marcar 5 anos de actividade, os SCAR FOR LIFE disponibilizaram uma compilação gratuita, intitulada "Retrospective", contendo 10 temas e um novo instrumental que dá nome a este lançamento! Esta peça foi escrita e misturada por Alexandre Santos (guitarrista), com as partes de bateria a serem gravadas por Rómulo Herédia, a estrear-se aqui pela banda! Outras colaborações de relevo neste tema passam por pelo guitarrista Neil Fraser (Ten) ou pelo baixista Neil Murray (Whitesnake, Black Sabbath, etc)!

Para fazerem o download desta compilação, passem pelo website dos SCAR FOR LIFE em: wwww.scarforlife.com

Fiquem com a capa e o alinhamento de "Retrospective":



01. Kill The Past
02. Bleeding Gun
03. My Last Words
04. My Darkest Journey
05. Cold Blood
06. It All Fades Away
07. Never Smile Again
08. Last Crow
09. Metabolic
10. Old Man
11. Retrospective

GATEKEEPER: "Prophecy and Judgement" chega em Março

Os canadianos GATEKEEPER lançam "Prophecy and Judgement", no próximo mês de Março, quatro temas de epic heavy metal, repartidos por 31 minutos e disponíveis através da label portuguesa A Forja!

Conheçam o trabalho da banda canadiana e façam as vossas encomendas aqui!

OPRICH: teaser para "Birdless Heavens"


Os russos OPRICH lançaram recentemente o seu segundo trabalho de longa duração, intitulado "Birdless Heavens", onde prevalece o folk metal pagão de linhagem russa!
A label Casus Belli Musica está por trás desta edição e podem escutar um pouco de todos os temas deste trabalho no player em baixo:

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

EDGE OF ATTACK: lançam disco de estreia


Vindos de Alberta (Canadá), os EDGE OF ATTACK acabam de lançar o seu album de estreia auto-intitulado, através da editora Spread The Metal Records! Este lançamento tem obtido boas reviews por parte da imprensa e o seu híbrido entre o power e o thrash metal certamente encontrará muitos seguidores entre os fans de música pesada!

O disco foi produzido pelo guitarrista/vocalista Jurekk Whipple e conta com as participações especiais de Ivan Gianinni, Ryan Boivard (Hallows Die) e Pelleck (Damnation Angels)!

A vocalista Roxanne Gordey partilhou estas palavras acerca deste lançamento:

Depois de termos esperado tanto tempo por este album, não podíamos estar mais satisfeitos com o resultado! A nossa única esperança é que toda a gente o possa ouvir e sentir a nossa dedicação a esta música! Mais do que tudo, estamos gratos por quem arriscou o pescoço para que chegássemos até aqui! Este album é o nosso primeiro grande marco!

'In Hell' é o segundo tema a ter direito a video e podem vê-lo em baixo! O primeiro video a ser divulgado ilustrou o tema 'Forever' e podem vê-lo aqui

STEAK NUMBER EIGHT assinam pela Indie Recordings


Os STEAK NUMBER EIGHT assinaram recentemente com a label Indie Recordings, abrindo desta forma caminho para o lançamento do seu segundo album, “The Hutch”! Esta banda começou a surgir em meados de 2008 e não demorou muito a lançar o seu primeiro album, “All Is Chaos”! Entretanto, diversos concertos e passagens por vários festivais depois, surgem os 11 temas que agora farão parte do novo trabalho a ser editado entre Março e Abril!

Em baixo, podem ouvir um primeiro avanço do novo disco! O tema chama-se ‘Black Eyed’:

IN VAIN: mostram temas do novo disco


Os IN VAIN têm um disco novo a sair durante Março e para, aguçar os ouvidos de toda a gente, divulgaram esse teaser que podem ouvir em baixo, com excertos de todos os temas presentes em “Ænigma”:

Morde Essa Bolacha Zine # 3

Nova edição em papel da fanzine Morde Essa Bolacha! Inaugura-se esta fase com um pequeno número de 24 páginas em formato A5, com entrevistas com as bandas portuguesas SUBDARK e KONAD, algumas reviews a sonoros, películas e leituras, bem como artigos e considerações diversas acerca do papel das avózinhas no contrabando de Heavy Metal alemão, o clássico dos Riot “Thundersteel” e coisas que acontecem a pessoas muthafuckas!!

Para receberem gratuitamente uma cópia em casa, através do correio, enviem um email para mordessabolacha@gmail.com com a mensagem: “enviem um exemplar desse almanaque para o meu doce lar” juntamente com o vosso endereço postal e nós tratamos do resto! Em alternativa, peçam-na num concerto onde encontrem o gajo da barba (este indivíduo)! Esta segunda alternativa custa-vos uma cerveja!


quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

RORCAL: stream disponível para novo disco "Világvége"


"Világvége", o novo disco da banda suíça RORCAL está disponível para audição no site da Infektion Magazine! Este novo album, a oscilar entre o doom e o black metal, sai oficialmente no dia 28 de Fevereiro e terá edições em vinil e cassete através das editoras Calofror Records, Sick Man Getting Sick Records, Lost Pilgrims Records e Wolves And Vibrancy Records e podem adquiri-lo, directamente, na página oficial da banda: www.rorcal.com

FEN - a long line final (video)

A onda progressiva dos FEN (os Canadianos, não confundir com estes ingleses) fez nascer mais um video, desta feita para o tema 'A Long Line Final'! mais um tema a sair do disco lançado em 2012, "Of Losing Interest", que podem ver no player em baixo:

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

AGE OF WOE: estreia chega em Maio


Os suecos AGE OF WOE lançam o seu album de estreia intitulado “Inhumanform” no final do mês de Maio! Este disco terá distribuição numa versão em vinil branco a cargo da Suicide Records e uma versão em CD pelas mãos da Give Praise Records! A produção esteve entregue a Carlos Sepulveda (Psycore, No Hawaii) e Lennart Östlund (Led Zeppelin, Candlemass)!

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

cemitério de prazeres: RIOT - thundersteel (1988)



Sabem daquelas recordações que, de vez em quando, resgatamos do nosso sotão de memórias e em que nos emocionamos de uma forma indescritível?! Daquelas que nos provocam um arrepio na espinha e em que sentimos vida nova a correr dentro de nós? Eu tenho muitas dessas e resgato-as frequentemente. Não sei se isso é ser nostálgico, se é saudade, não sei... Talvez o possa simplesmente descrever como o momento em que fomos felizes, na sua forma mais pura, simples e inocente ou como pequenos recortes da nossa existência que nos dão o oxigénio - essencial - para a batalha diária que são as nossas banais rotinas, monótonas vidas.

Em 1988 o mundo viu nascer mais uma obra perfeita, obra esta que se poderá comparar com uma Mona Lisa, uma Torre Eiffel, um Guggenheim ou até mesmo uma ida à Lua. A escultura musical, feita de ferro intemporal, daquele que não corrói com o tempo e adversidade, chama-se "Thundersteel" e os seus autores, os norte-americanos RIOT.

Eu ouvi o tema-título "Thundersteel" pela primeira vez no saudoso Rock Em Stock, emitido na Rádio Comercial de segunda a sexta-feira e apresentado pelo Luís Filipe Barros. Entre outros temas marcantes de várias bandas, não sei porquê, mas este destacou-se de uma forma especial. Era diferente? Era algo que imaginava ouvir um dia e esse dia tinha chegado? A verdade é que casei-me imediatamente com aquela música e desejava ardentemente amantizar-me com as restantes oito o mais rápido possível. Acho que na altura acabei por ouvir mais um tema (penso que tenha sido o "Sign Of The Crimson Storm") através da rádio, obviamente.



Durante muito tempo vi-me privado de conhecer os restantes temas (todos espectaculares, imaginava eu) e enquanto essa proibição não se desfez - através de tape-trading efectuado com o Tó "Coroner" de Leiria, um bacano que gravava álbuns em cassetes de crómio por um preço razoável face aos preços dos discos, completamente proibitivos e ao alcance de poucos - contentava-me em espreitar as montras dos (igualmente saudosos) centros comerciais dos anos 80 com as suas linhas pragmáticas e paredes brancas e onde a lojinha de música era quase sempre lá ao fundo. E lá ao fundo estava ele, imponente, inalcançável. Aquela capa fazia-me sonhar, literalmente. Poderá não ser nada do outro mundo (para muitos até um pouco tosca) mas aquele desenho e as suas cores eram agradavelmente sufocantes na minha cabeça e só sonhava em poder abraçar aquele disco um dia...

O ajuste de contas foi feito, por circunstâncias várias, longos anos depois. Eu tenho poucos discos, cassetes e CD's, não sou coleccionador de itens físicos. Acho que sempre preferi ouvir e arrumar tudo na minha memória, no meu armazém pessoal de antiguidades. Passaram-se cerca de 20 anos até ao dia em que comprei o "Thundersteel". FINALMENTE!! À semelhança de outros poucos casos de extrema e inexplicável loucura, vulgo MAGIA, caro amigo Mark Reale, esteja onde estiveres, tenho a dizer-te o seguinte: “Tardou mas não falhou!!”

Rui Vieira (Machinergy - voz/guitarra)

entrevista: SUBDARK

Os SUBDARK podem muito bem ser um dos grandes "segredos" escondidos do undertuga! Depois do EP "Noir Coating", os portuenses voltaram à carga em 2012 com o álbum de estreia "Infinite Walls"! Enviámos algumas perguntas para os Subdark que nos responderam prontamente e de forma bem elucidativa!


MEB: Como vão os Subdark e as coisas por aí no Porto?

SD: Vão muito bem, acabamos de ter um concerto na Torre de Moncorvo e foi mais uma experiência bastante enriquecedora.
Continuamos a promover o nosso álbum Infinite Walls e à procura de mais concertos.

MEB: Para quem não vos conhece, façam um breve resumo da vossa história, como surgiram, etc.

SD: A banda formou-se em 2005 com o propósito de gravar um álbum de originais. O objectivo seria o de criar algo musicalmente excitante sem que para isso tivéssemos uma ideia concebida de antemão do que nos iríamos tornar. Tomámos o nosso tempo a desenvolver a nossa sonoridade e a enriquecer musicalmente. Foi então que em 2009 gravamos o EP "Noir Coating" como uma primeira abordagem a um registo gravado. Foi incrivelmente bem recebido, e isso deu-nos motivação para prosseguir em frente e gravar o álbum "Infinite Walls" em 2011 no qual a nossa atenção agora se deposita. Definiríamos o nosso som como uma mistura de imensas influências muito díspares que surgem em pequenas doses. No entanto, os momentos centrais das nossas composições recaem sobretudo no death em que jogamos com alguma progressividade com o jogo entre intensidades e velocidades.

MEB: O EP "Noir Coating" recebeu boas críticas na generalidade e foi um bom cartão de visita. Temos ali três músicas com um sabor diferente do habitual por cá. Como correu essa divulgação e, já agora, a vossa opinião acerca do EP?

SD: Foi muito desafiante na altura gravar o "Noir Coating". Já conhecíamos o Paulo Lopes dos estúdios Soundvision, e gravámos o EP com muita seriedade. Escolhemos 3 músicas muito distintas, diante de muitas que tínhamos preparadas, para podermos expor de maneira muito resumida o nosso som. A opinião que temos do EP é a de um esforço colectivo extremamente bom. Felizmente a nível de críticas, tal ideia confirmou-se. Foi sem dúvida um reconhecimento do nosso trabalho que nos deixou muito empolgados e com vontade de seguir em frente. Notamos que o EP deixou alguma curiosidade no ar e que fez com que as pessoas se mantivessem atentas aos nossos movimentos e de certa forma antevissem e procurassem activamente o lançamento do "Infinite Walls".

MEB: O álbum de estreia "Infinite Walls" mostra uma banda madura, fiel a si própria e de espírito independente. Quais as vossas expectativas pessoais quando iniciaram a composição deste registo?

SD: Este álbum marca o cumprimento do primeiro objectivo e obviamente que depositamos as nossas mais altas expectativas neste álbum. É afinal o culminar do nosso já relativamente longo período de existência. Durante a composição dos temas, tal contudo não nos passou pela cabeça. Passamos por um período de grande inspiração e grande parte deste trabalho ficou pronta muito rapidamente. As músicas fluem de forma muito natural e nós simplesmente deixámo-nos levar.
Chega até a parecer que alguns dos temas ganharam vida própria e se compuseram sozinhos. Exemplo disso é a parte do solo da música "Sowing the Lunacy" que dura 4 minutos e foi gravado exactamente da forma que saiu à primeira vez que alguma vez a tocamos. Isso são pequenos detalhes que nos fazem sentir que a musicalidade do trabalho é muito profunda e que terá o potencial de chegar a muitas pessoas, mesmo tendo em conta que o género não é necessariamente "fácil".


MEB: As letras são intrincadas, parecem-me peças de um puzzle em que o ouvinte/leitor terá de se esforçar para descortinar a mensagem. Querem levantar um pouco o véu sobre o conteúdo lírico de alguns temas?

SD: Os temas recaem sobretudo acerca do conceito do álbum. Interpretá-los não será fácil, pois também não existe uma interpretação única dos mesmos. As temáticas centrais recaem nomeadamente sobre o espaço, a sua infinidade, a mente, a sua complexidade e o seu potencial. Quando pensamos por exemplo na infinidade do espaço, podemos falar que nos invade um sentimento de fragilidade, de quase insignificância. Contudo o modo como cada pessoa sente e absorve esse estado de espírito é-lhe pessoal e é dificilmente expressável por palavras. Desse mesmo modo, as letras serão interpretadas pela forma como cada pessoa as sente. As letras deste álbum são fragmentos de algo muito maior. Para descobrir isso cada um terá que ligar esses fragmentos da forma que achar correcta. Mesmo dentro da banda, cada um sente as letras de uma forma muito diferente. As letras de "Infinite Walls" são como que uma pintura abstracta em que cada um irá ver aquilo que quer ver.

MEB: Não sendo um álbum fácil às primeiras audições, como achas que será a reacção das pessoas?

SD: De facto o álbum necessita de uma certa atenção aquando da sua escuta. Trata-se de um trabalho com muitas subtilezas que não fazem sentido a um ouvido mais distraído. No entanto, achamos que essas tais subtilezas, quando compreendidas, dão uma dimensão muito superior à intensidade das músicas. Sabemos que há ouvintes que procuram músicas orelhudas que chamem directamente à atenção. No entanto, esse tipo de música entra-nos na cabeça com a mesma facilidade com a qual irá eventualmente sair. Aqui sabemos que vai ser mais difícil atrair ouvintes mas que os que derem uma merecida oportunidade ao álbum irão tirar uma satisfação maior e mais duradoura e sentirão uma maior intensidade ao longo do álbum.

MEB: Vocês vão dando um passo de cada vez, seguramente e sem pressas, não tendo urgência de reconhecimento rápido e fácil. Acham que essa é a melhor arma de um artista, ou seja, o facto de não criar muitas expectativas com o impacto que a sua obra possa ter sendo totalmente livres no acto da criação?

SD: A melhor arma de um artista é criar música que goste. É isso que fazemos e sentimos que desta forma ninguém nos pode acusar de nada. Adoramos o que tocamos. Tocamos com paixão à música e nisso somos intocáveis!

MEB: Existem bastantes bandas no Porto e arredores, ensaiam muitas bandas no mesmo local onde vocês também ensaiam (Centro Comercial Stop). Como é o ambiente entre-bandas e como co-habitam? Há união em iniciativas, inter-ajuda, etc?

SD: O Stop é um mundo em termos musicais. Há muita cooperação naquele espaço. A irmandade que se vive está por exemplo num concerto no Stop para angariar fundos para uma sala cujo material ardeu durante um incêndio. São situações que nos fazem ver o poder da música na sua capacidade de aproximar as pessoas.

MEB: Como se vêm numa formação a 3? Torna-se mais fácil o processo de composição, comunicação entre elementos ou não é por aí?

SD: Não sabemos ao certo porque não temos experiências de ter bandas com mais elementos. No entanto, todos nós já tivemos outros projectos e não sentíamos a ligação que se sente nesta banda. A comunicação transcende as palavras. Quando improvisamos algo ou compomos algo novo existe uma aura que nos encaminha a todos numa mesma direcção. Sentimos isso uns nos outros. Sabemos perfeitamente o lugar de cada um na banda e daí vem uma coesão que nos caracteriza.



MEB: Últimas palavras e mensagem para o pessoal. Obrigado!

SD: Agradecemos a entrevista, desejando a melhor das sortes para o vosso jornalismo. Gostaríamos de relembrar que o nosso EP está disponível para download gratuito no nosso facebook - www.facebook.com/subdarkpt . Na página também poderão saber como encomendar o álbum "Infinite Walls" e ver também o merchandise disponível para venda. Ao adquirir o nosso trabalho estão-nos a ajudar directamente. Cheers!!

(entrevista elaborada por: Rui Vieira)

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

FINNTROLL: tema título de novo disco já roda


'Blodsvept', o tema que dá nome ao novo album dos finlandeses FINNTROLL já roda no éter da web! O novo disco é lançado em Abril, através da Century Media Records:

SWITCHTENSE: festas em Fevereiro


15 Fevereiro - Porto - Hard Club 21h30
Switchtense + Angelus Apatrida + Revolution Within + Terror Empire ( 8€ )

16 Fevereiro - Leiria - Beat CLub - 22h30

Switchtense + Angelus Apatrida + Tales for the Unspoken ( 8€ )

17 Fevereiro - Lisboa - Rep. Musica - 15h30

Switchtense + Angelus Apatrida + Primal Attack + Nuklear Infektion (8€ )